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(via redlipsandicecream)
Posted on January 24, 2010 via extrinsical with 10 notes
Source: extrinsical
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(via psychodelic)
Posted on January 8, 2010 via PROTÈGE-MOI with 257 notes
Source: amorurbano
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(via imonlysleeping)
Posted on January 8, 2010 via doughnut disco with 57 notes
Source: imonlysleeping
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Posted on January 8, 2010 via Fuck Yeah The Beatles with 363 notes
Source: fuckyeahthebeatles
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Não sei se o mundo é bão
Mas ele ficou melhor
Quando você chegou
e perguntou:
Tem lugar pra mim? -
coisa 4
As duas cores se borraram como se quisessem uma ser a outra, ou ser uma coisa só as duas. O que eram antes já não importava, podia ver-se bem os tons nascendo, os tons recém-nascidos, os pingos e finas estampas assimétricas que se formavam pouco a pouco por que não havia mais nada a fazer, ser era o ofício e como tal, realizado magicamente.
A madeira toda respingada de impaciência e loucura, o tormento maior havia se transformado num ato completamente insano e terrivelmente lindo, era perigoso se envolver demais, sempre seria, e por isso perdiam-se tantos que sem nada a perder jogavam-se dos precipícios mais altos da mente.
fez-se mar
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Ou será que é tarde demais?
Se eu cantar não chore não, é só poesia.
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LOOKBOOK.nu: "distraction #74" by Danielle Sepanik
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Alguma hora da madrugada, isso não importa mais, talvez nunca tenha importado e assim seguiu-se fingindo mais uma inutilidade por todo esse reino de alegorias solitárias e alegrias insatisfeitas.
Tenta-se configurar e reconfigurar todo um fio de ações, tenta-se assim tornar a coisa toda um pouco menos dolorosa. Já não sei mais, nem quero saber.
As luzes se esgotam e caem, uma luz absurdamente clara surge de um ponto desconhecido no infinito, pra que tudo isso? Quem mais quer sol? Aposto que todos os meus companheiros imaginários que habitavam a cena estavam bastante satisfeitos com o azul aguado e tímido do céu, aposto que todos eles, assim como eu, sentiram-se um tanto invadidos e incomodados com toda aquela grandeza indigesta.
Só queria poder pegar todos aqueles diálogos de volta, sentir a essência de uma época passada, não tão longe em tempo exato, porém mais distante impossível para minha memória falha, e ver como era possível uma felicidade tão disprovida de qualquer razão e assim mesmo tão intensa, todas aquelas certezas absurdas que para mim eram suficientes,não falo de crenças ou mitos, mas sim de uma áurea que por inteira parecia absurda, estar assim por que é assim e por que sendo de outra forma ainda assim poderia ser assim. Por que ele estava ali e isso bastava.
Ah, se eu pudesse ter de volta o cenário, a trilha sonora, os roteiros, os efeitos sentimentais e os olhares risonhos, o cheiro da tarde e a iluminação mais real impossível, tudo o que eu ignorei por que minha atenção se concentrava totalmente naquelas palavras que pareciam flutuantes depois de ditas, e no movimento dos cachos acompanhando os risos constantes e inevitáveis.
Como eu queria ver só uma vez o verde lodo dos dois poços em contraste com a luz do sol.
Como é irritante ver meus sentimentos mais profundos transformados em simbólos por que nem eu os conheço suficientemente bem para poder assumí-los.
Como eu queria que chovesse…
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“E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz quem então agora eu seria?”
Amarante


